Cuidados para evitar acidentes é a melhor solução.
Infelizmente os pais não conseguem evitar que seus filhos corram, peguem objetos perigosos ou até se arrisquem na piscina.
É primordial saber agir nestas pequenas situações de emergência.
Neste espaço compartilhamos com você orientações básicas , lembrando que são cuidados iniciais, portanto não dispensa que o responsável pelo acidentado o leve ao hospital ou ao Pronto-Socorro.
Pode ser considerado um leve estado de choque.
Sinais e Sintomas:
O que fazer:
O que pode causar:
Socorros de urgência ou primeiros socorros são intervenções iniciais e imediatamente aplicadas ao paciente fora do ambiente hospitalar, a fim de garantir a vida do mesmo e evitar o agravamento das lesões ocorridas.
O atendimento inicial consiste numa avaliação rápida, recuperações das funções vitais, seguida de uma nova avaliação mais detalhada e, finalmente, os cuidados definitivos.
Seguimos uma seqüência por ordem de importância:
VIAS AÉREAS SUPERIORES
Observar a permeabilidade das vias aéreas superiores, que podem estar obstruídas por algodão, gaze, pedaços de osso ou outros corpos estranhos.
A remoção deve ser cautelosa, virando o paciente de lado, elevando-se a mandíbula e hiperestendendo-a, evitando assim a obstrução das vias aéreas.
RESPIRAÇÃO
A permeabilidade das vias aéreas superiores por si só não assegura uma boa ventilação.
Devemos observar se o paciente ou vitima respira sem esforço, observando a freqüência respiratória ou movimento do tórax num tempo determinado.
Observar também a sincronia dos movimentos, avaliando o fornecimento do oxigênio para o paciente ou vitima.
Lembrar que o mecanismo de inspiração e expiração é controlado pelo sistema nervoso.
CIRCULAÇÃO E CONTROLE DE HEMORRAGIAS
As hemorragias constituem-se na terceira etapa gradativa no atendimento emergencial.
Hemorragia significa perda aguda de sangue circulante. O volume de sangue no homem adulto corresponde a 7% do peso corporal.
ALTERAÇÕES NEUROLÓGICAS
Esta avaliação é importante para reconhecermos se existe diminuição na oxigenação cerebral, à qual poderão sobrevir quadros de Lipotimia, síncope, dentre outras. Para tanto, reconhecemos sinais importantes para descrevermos o nível de consciência deste paciente ou vítima, agrupado na sigla: AVDA, onde:
A = ALERTA
V = RESPOSTA AO ESTÍMULO VOCAL
D = RESPOSTA AO ESTÍMULO DOLOROSO
A = ARREATIVO
Avaliamos as alterações neurológicas também através da ESCALA DE GLASGOW. Por esta escala podemos fazer uma avaliação neurológica do estado agudo do paciente ou vítima, sabendo que um valor abaixo de 7 indica um estado de coma, por exemplo.
ESCALA DE GLASGOW
ABERTURA OCULAR
Espontânea .................................................................................... Valor 4
Estímulos verbais ..................................................................... Valor 3
Estímulos dolorosos .............................................................. Valor 2
Ausente .............................................................................................. Valor 1
MELHOR RESPOSTA VERBAL
Orientado .......................................................................................... Valor 5
Confuso ............................................................................................... Valor 4
Palavras Impróprias ................................................................ Valor 3
Sons Ininteligíveis .................................................................... Valor 2
Ausente ............................................................................................... Valor 1
MELHOR RESPOSTA MOTORA
Obedece comandos verbais .......................................... Valor 6
Localiza estímulos ................................................................... Valor 5
Retirada Inespecífica ............................................................ Valor 4
Padrão flexor .................................................................................. Valor 3
Padrão extensor ....................................................................... Valor 2
Ausente ............................................................................................. Valor 1
Sinais e Sintomas:
O que fazer:
Aplicar a massagem cardíaca externa
Como fazer a massagem cardíaca externa:
Cuidados:
Em jovens a pressão deve ser feita com apenas uma das mãos e em crianças apenas com os dedos.
Essa medida evita fraturas ósseas no esterno e costelas.
Se houver parada respiratória juntamente com cardíaca ambas devem ser realizadas, reciprocamente.
Causas de Parada respiratória:
Como detectar:
Observar os sinais graves: Se o peito da vítima não se mexer ou se os lábios, face, língua e unhas ficarem azulados, certamente houve uma parada respiratória.
Como fazer a respiração artificial:
Na manobra da insuflação, verificar se a caixa torácica se eleva. Isso indica que a vítima está respirando e sua via respiratória se encontra livre.
Em certos casos, na presença de vômitos ou lesões no rosto da vítima, praticar a manobra com um lenço ou pedaço de pano sobre a boca.
Se as lesões ou outros motivos não permitirem a respiração boca a boca, neste caso, fazer a insuflação pelo nariz. Tapa-se a abertura da boca, inclina-se a cabeça e procede a insuflação.
Com crianças pequenas:
Cuidados:
Causas:
Sinais e Sintomas:
O que fazer:
O que pode causar:
Socorros de urgência ou primeiros socorros são intervenções iniciais e imediatamente . . .
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